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Nossa História

Reestruturação e privatização

Após a constituição da Telecomunicações Brasileiras S.A. - Telebrás em 1972, a Telebrás, através de suas subsidiárias (coletivamente, o “Sistema Telebrás”), adquiriu quase todas as empresas telefônicas do Brasil, tornando-se monopólio na prestação de serviços públicos de telecomunicações em quase todas as áreas do país.

Em maio de 1998, antes de sua privatização, sob a Lei Geral de Telecomunicações, o Sistema Telebrás foi reestruturado para formar, além da Telebrás, 12 novas companhias holdings. Virtualmente, todos os ativos e passivos da Telebrás foram alocados às “novas companhias holding”.

Em julho de 1998, o Governo Federal privatizou o Sistema Telebrás, vendendo substancialmente todas as suas ações nas novas companhias holdings, incluindo a TelespPar e suas ações na TSP e CTBC Borda, ao setor privado. Em decorrência de uma reestruturação subsequente da SP Telecomunicações em 10 de janeiro de 1999, uma de suas subsidiárias, SPT Participações S.A., ou SPT, tornou-se acionista controlador da TelespPar.

Cisão de Determinadas Operações de Transmissão de Dados

Em 3 de agosto de 2000, a ex-subsidiária integral, Telefônica Empresas S.A., foi criada com o propósito de fornecer serviços de Rede Comutada de Pacote e, em 30 de janeiro de 2001, nossos acionistas aprovaram a cisão das operações de transmissão de dados realizados pela Telefónica Empresas S.A. para a criação de uma nova empresa brasileira e independente, a Telefônica Data Brasil Holding S.A., (TDBH). A incorporação da TDBH na Companhia tornou-se efetiva em julho de 2006.

Metas da ANATEL

Os negócios, serviços e tarifas da Companhia são regulados pela ANATEL desde 16 de junho de 1997, de acordo com vários decretos, decisões, planos e medidas regulatórias. Nós nos tornamos a primeira operadora a atingir as metas de serviço da ANATEL. Como resultado, a ANATEL nos concedeu uma licença para oferecer serviços de longa distância nacional e internacional para nossos clientes. Em função disso, em 7 de maio de 2002 começamos a operar serviços de longa-distância internacional e, em 29 de julho de 2002, começamos a operar o serviço de longa distância inter-regional.

O Conselho de Administração da ANATEL, em reunião da ANATEL realizada em 29 de janeiro de 2003, nos concedeu a autorização para utilizar o Serviço de Comunicação Multimídia em âmbito nacional. Deste então a Companhia oferece serviços de voz e dados através de vários pontos de presença compostos de redes e circuitos de telecomunicações.

Em 6 de julho de 2003, as operadoras de telefonia móvel começaram a implementar um código de seleção de longa distância (CSP) que possibilita ao cliente escolher o código de longa distância para cada ligação de longa distância nacional ou ligações internacionais, de acordo com as regras do Serviço Móvel Pessoal. Como resultado, a Companhia, tendo o reconhecimento das receitas obtidas através desses serviços de longa-distância, começou a pagar às operadoras de telefonia móvel pelo uso de suas redes.

Em 4 de setembro de 2004, as regras ditadas pela Resolução nº 373, datada de 3 de junho de 2004, foram implementadas para assegurar a reconfiguração das áreas locais para o Serviço Telefônico Fixo Comutado. Como consequência, todas as ligações anteriormente faturadas como tarifas de longa distância nacional (Áreas Conurbadas) agora são faturadas a tarifas mais baixas como ligações locais. Em São Paulo, essa modificação envolveu 53 municípios, dos quais 39 são da Grande São Paulo.

Aquisição e Reestruturação da Atrium

Em 30 de dezembro de 2004, nós adquirimos o controle indireto da Atrium Telecomunicações Ltda., empresa controlada pela Launceston Partners CV. A Atrium fornecia vários tipos de serviços de telecomunicações no Brasil, incluindo serviços de Internet e Intranet; serviços de gerenciamento de telecomunicações, vendas, aluguel e gerenciamento de sistemas de telecomunicações e equipamentos correlatos. A aquisição ocorreu através da compra do total das ações do capital da Santo Genovese Participações Ltda., que detinha 99,99% das ações representativas do capital acionário da Atrium.

Em 21 de novembro de 2005, nós aprovamos a reestruturação societária de nossas ex-subsidiárias integrais A.Telecom S.A. (anteriormente Assist Telefônica S.A), Santo Genovese Participações Ltda., ou Santo Genovese, e Atrium Telecomunicações Ltda., ou Atrium, que foi implementada e tornou-se efetiva em 1º de março de 2006.

A Reestruturação do SCM

Em 9 de março de 2006, nosso Conselho de Administração e o Conselho de Administração da TDBH e da Telefônica Empresas S.A., uma subsidiária integral da TDBH (“T-Empresas” e juntamente conosco e a TDBH, as “Companhias”), aprovaram a reestruturação das atividades de serviços de comunicação multimídia (“SCM”), e serviços de transmissão de dados (a “Reestruturação do SCM”) das Companhias.

Os termos e condições da Reestruturação das atividades de SCM estão demonstrados em um acordo firmado pelas companhias em 9 de março de 2006. A Reestruturação das atividades de SCM consistia de: (i) na incorporação da TDBH pela nossa companhia (a “Incorporação”); e (ii) na cisão de todos os ativos e atividades da T-Empresas, exceto seus ativos e atividades de SCM fora dos Setores 31, 32 e 34 da Região III do Anexo II do Plano Geral de Outorgas (a “Cisão”) e ativos e atividades relacionados ao Data Center.

Após a aprovação da reestruturação: (i) a TDBH foi extinta; (ii) seus acionistas receberam ações ordinárias e preferenciais, ou ADSs, conforme o caso; (iii) nós sucedemos a TDBH em todos os direitos e obrigações; e (iv) A T-Empresas tornou-se nossa subsidiária integral. A transferência para a Telesp dos componentes cindidos da T-Empresas não resultou em um aumento ou diminuição do patrimônio líquido da Telesp, nem do número de ações em que se encontrava dividido seu capital social.

Com relação à incorporação da TDBH na Companhia, alguns acionistas minoritários tentaram suspender nossa Assembleia Geral de Acionistas por discordarem da avaliação do fator de troca de ações fornecida pela NM Rothschild & Sons (Brasil) Ltda., através de medida liminar obtida perante a 14ª Vara Cível do Fórum Central da Comarca de São Paulo. A medida liminar foi cancelada em 28 de julho de 2006 e a incorporação tornou-se legalmente efetiva. A principal ação (Ação Ordinária nº 583.00.2006.156920-5) ainda não foi julgada em primeira instância.

Em 31 de janeiro de 2008, a Companhia, acionista da Telefônica Empresas S.A, decidiu mudar a razão social da Telefônica Empresas S.A. para Telefônica Data S.A.

Acordo de Convergência, Compra e Venda de Negócios, Ativos, Ações e Outras Obrigações com o Grupo Abril

Em 29 de outubro de 2006, a Companhia celebrou um contrato com a Abril Comunicações S.A., TVA Sistema de Televisão S.A., Comercial Cabo TV São Paulo Ltda., TVA Sul Paraná Ltda. e TVA Radioenlaces Ltda. (o “Grupo Abril”), por meio do qual nós combinamos os nossos serviços de telecomunicações e banda larga com os serviços de banda larga e TV a cabo da Tevecap S.A., ou TVA, a segunda maior provedora brasileira de serviço de TV paga com operações nos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 31 de outubro de 2007, o conselho da ANATEL concluiu as revisões regulatórias da associação entre o Grupo Abril e a Companhia.

Nossos acionistas, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 23 de novembro de 2007 ratificaram a celebração do Acordo, seus aditivos e anexos e aprovaram a implementação do negócio e a assinatura de todos os documentos necessários à sua completa formalização.

Como resultado desta transação, a Navytree Participações S.A. (“Navytree”) tornou-se subsidiária integral da Telesp e nosso fornecimento de serviço de banda larga tornou-se centralizado.

Em 10 de junho de 2008, na Assembleia Geral de Acionistas da Navytree, o nome da companhia foi alterado para Telefônica Televisão Participações S.A, ou TTP.

Reorganização Corporativa envolvendo a Ajato

Em 14 de outubro de 2008, a Telefonica Sistema de Televisão S.A. (“TST”) e a TTP compraram da Abril Comunicações S.A. todas as ações da Mundial Voip Telecomunicações Ltda., EPP, que teve sua denominação corporativa alterada para Ajato Telecomunicação Ltda. (“Ajato”). Após a incorporação da TTP pela Companhia em 11 de novembro de 2008, as ações da Ajato foram detidas pela TST e pela Companhia.

Reestruturação envolvendo DABR e TTP

Em 21 de outubro de 2008, o Conselho de Administração, os acionistas da TTP e da Telefônica Data Brasil Participações Ltda. (“DABR”) aprovaram a reestruturação societária que consistiu na incorporação da TTP e DABR pela Companhia.

Em 11 de novembro de 2008, a incorporação da TTP e da DABR foi aprovada pela Assembleia Geral Extraordinária. Como resultado dessa reestruturação, TTP e DABR foram dissolvidas e a Companhia assumiu todos os direitos e obrigações da TTP e DABR.

Reestruturação envolvendo TS Tecnologia

Em 22 de maio de 2009, a Telefônica Data S.A., nossa subsidiária, incorporou sua subsidiária controlada TS Tecnologia da Informação Ltda., ou TS Tecnologia, de acordo com os valores registrados nos livros e laudo de avaliação. Essa incorporação acarretou na extinção da TS Tecnologia e a Telefônica Data S.A. tornou-se sucessora de todos os ativos e passivos da TS Tecnologia.

Reestruturação envolvendo A.TELECOM S.A.

Em 9 de dezembro de 2009, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a submissão ao voto dos acionistas da proposta de reestruturação societária consistente da cisão parcial da A.TELECOM S.A. (“A.TELECOM”), e a subsequente incorporação pela Companhia da parte cindida da A.TELECOM.

Em 30 de dezembro de 2009, os acionistas da A.TELECOM aprovaram a cisão de parte da A.TELECOM e a subsequente incorporação da parte cindida pela Companhia. Na mesma data, os acionistas da Companhia aprovaram a incorporação da parte cindida pela nossa empresa.

Reestruturação Societária envolvendo Vivo Part e Companhia

Em 28 de julho de 2010, a Telefónica, nossa acionista controladora, chegou a um acordo inicial com a Portugal Telecom para a aquisição de 50% do capital social da Brasilcel, N.V.. Como resultado dessa transação, a Telefónica passou a deter 100% do capital social da Brasilcel. Naquela época, a Brasilcel detinha cerca de 60% do capital social da Vivo Participações. Em 21 de dezembro de 2010, a Brasilcel foi incorporada pela Telefónica.

Devido à aquisição do controle da Vivo Participações, em 16 de fevereiro de 2011 a Telefónica, através de sua controlada SP Telecomunicações Ltda., lançou uma oferta pública de aquisição das ações ordinárias da Vivo Participações (as únicas com direito a voto) detidas pelos acionistas minoritários. Como resultado da oferta pública de aquisição, em 18 de março de 2011 a SPTelecom adquiriu 10.634.722 ações ordinárias da Vivo Participações, representando 2,66% de suas ações, resultando na detenção, pelo grupo Telefónica, de 62,1% da Vivo Participações.

Em 27 de dezembro de 2010, os Conselhos de Administração da Vivo Participações e da Companhia aprovaram os termos e condições de uma reestruturação societária, que previa a incorporação das ações de emissão da Vivo Participações pela Companhia. A reestruturação societária foi aprovada pela ANATEL em 24 de março de 2011, e em 27 de abril de 2011 os acionistas da Vivo Participações e da Companhia aprovaram a incorporação das ações de emissão da Vivo Participações pela Companhia. Em 14 de junho de 2011, os Conselhos de Administração das duas companhias aprovaram uma segunda reestruturação societária, nos termos da qual a Vivo Participações tornou-se nossa controlada integral. Os termos e condições da segunda reestruturação societária foram aprovados por unanimidade pelos acionistas de ambas as companhias em 3 de outubro de 2011. A Vivo Participações foi incorporada por nós, e os titulares das ações incorporadas da Vivo Participações receberam novas ações na empresa.

Além da concentração da participação societária acima mencionada, o propósito da reestruturação societária foi o de simplificar a estrutura organizacional das companhias, as quais eram abertas, de modo a: (i) concentrar todas as autorizações para a prestação de SMP (originalmente detidas pela Vivo Participações e pela Vivo), e (ii) simplificar a estrutura societária vigente, eliminando a estrutura da Vivo Participações, que, devido à concentração de compromissos, tornou-se uma holding.

A reestruturação societária proporcionou a racionalização da estrutura de custos das duas companhias e facilitou a integração dos negócios e a geração de sinergias, assim, impactando positivamente as duas empresas. Em decorrência da incorporação da Vivo, o nosso capital foi aumentado em R$ 31,2 bilhões, refletindo o valor econômico das ações emitidas em decorrência da incorporação. A incorporação não alterou a identidade dos acionistas controladores das companhias. Adicionalmente, como consequência desta incorporação, em 6 de julho de 2011 a Vivo Participações solicitou à SEC o cancelamento do registro de suas ADSs (American Depositary Shares), tendo em vista que elas foram convertidas em ADSs da Companhia. Tal solicitação foi aprovada pela SEC em 7 de julho de 2011.

A terceira fase da reestruturação societária foi aprovada pela ANATEL em 16 de agosto de 2011. Em 3 de outubro de 2011 nossos acionistas aprovaram a incorporação da Vivo Participações e a Companhia absorveu o patrimônio da Vivo Participações, extinguindo a Vivo Participações, o que simplificou e racionalizou ainda mais nossas estruturas de custos. Na mesma data, nós mudamos nosso nome de Telecomunicações de São Paulo S.A. - TELESP para Telefônica Brasil S.A., para refletir nossas operações em todo o país. Em 28 de outubro de 2011, a ANATEL aprovou a transferência da autorização para prestação dos serviços de SMP no estado de Minas Gerais da Vivo Participações para a Vivo.

Como resultado desta mudança de nome, em 06 de outubro de 2011 os códigos de negociação das ações da Companhia na BM&FBovespa passaram de TLPP3, para as ações ordinárias, e TLPP4, para as ações preferenciais, para VIVT3 e VIVT4, respectivamente, com a consequente alteração do nome de negociação para TELEF BRASIL. O código de negociação de nossas ADSs na NYSE foi alterado de TSP para VIV.

Acordo entre Telefónica e Telecom Italia

A TELCO S.p.A. (“TELCO”) tem uma participação de 22,4% com direito a voto na Telecom Itália, sendo a maior acionista dessa companhia.

A Telefónica detém controle indireto da Telefônica Brasil e a Telecom Itália detém participação indireta na TIM S.A. (“TIM”), empresa de telecomunicações no Brasil. Nem a Telefónica, nem a Telefônica Brasil e nem qualquer outra sociedade coligada à Telefónica têm qualquer influência, envolvimento ou poder de decisão sobre as atividades da TIM no Brasil e está legalmente e contratualmente impedida de exercer qualquer poder político decorrente de sua participação acionária indireta em relação às operações da TIM no Brasil. A TIM (Brasil) e a Telefônica Brasil competem em todos os mercados que atuam no Brasil em permanente tensão competitiva e, nesse contexto, assim como em relação aos demais agentes econômicos da indústria de telecomunicações, mantêm relações contratuais usuais e costumeiras entre si (muitas delas regulamentadas e fiscalizadas pela ANATEL) e/ou, conforme aplicável, de conhecimento da ANATEL e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”), no contexto dos compromissos assumidos com esses órgãos para garantir a independência absoluta das suas operações.

Em 24 de setembro de 2013, a Telefónica realizou um acordo com os demais acionistas da TELCO, segundo o qual a Telefónica subscreveu e integralizou um aumento de capital na TELCO mediante um aporte de 324 milhões de euros, recebendo como contraprestação ações sem direito a voto da TELCO. Como resultado deste aumento de capital, a participação da Telefónica no capital com direito a voto na TELCO não foi alterada, embora sua participação econômica tenha passado a ser de 66%. Desse modo, se manteve inalterada a governança da TELCO e, portanto, todas as obrigações da Telefónica de se abster de participar ou influenciar as decisões que afetam os mercados em que ambas as empresas estão presentes.

Em 16 de junho de 2014, os acionistas italianos da TELCO resolveram exercer o seu direito de requisição de cisão assegurado pelo Acordo de Acionistas da sociedade. A cisão foi aprovada em assembleia geral dos acionistas da TELCO no dia 9 de julho de 2014, sendo sujeita à autorização prévia das autoridades competentes, inclusive do CADE e da ANATEL no Brasil.

Em 22 de dezembro de 2014 e 12 de março de 2015, a ANATEL autorizou a cisão da TELCO, uma operação que teve efeitos na operação de permuta de ações (“swap”) com a Vivendi S.A. (“Vivendi”). Na operação de swap acordada entre a Telefónica e a Vivendi, a Vivendi trocaria a totalidade de sua participação votante e parte de sua participação não votante na Companhia por uma parcela da participação indireta detida pela Telefónica na Telecom Itália, sujeita a determinadas condições como a proibição da Vivendi aumentar sua participação na Companhia.

Na 61ª sessão ordinária de julgamento do Tributal do CADE, realizada em 25 de março de 2015, foi aprovada a cisão da TELCO e a operação de swap acordada entre a Telefónica e a Vivendi, sujeita à execução de acordos em controle de concentrações.

Em 24 de junho de 2015, foi concluída a operação de swap de ações entre a Telefónica e a Vivendi, através de sua controlada Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS (“FrHolding108”), por meio da qual a FrHolding108 transferiu à Telefónica ações representando 4,5% do capital social da Companhia em troca de 1.110.000.000 ações representando 8,2% das ações ordinárias da Telecom Itália, anteriormente detidas pela TELCO.

Em 29 de julho de 2015, após o fechamento da Bolsa de Valores de Nova York (New York Stock Exchange) a Vivendi alienou a totalidade das ações preferenciais da Companhia, representando 4% de seu capital social. Nesta mesma data, foi concluída a operação de swap de ações entre a Telefónica e a FrHolding108. Desta forma, a partir desta data, a FrHolding108 não detém qualquer participação acionária na Companhia.

Em decorrência do exposto acima, a Telefónica não detém, direta ou indiretamente, qualquer participação na TELCO em 31 de dezembro de 2015.

Reestruturação envolvendo as subsidiárias da Telefônica Brasil

Em 15 de março de 2012, o Conselho de Administração da Companhia aprovou uma reestruturação societária das subsidiárias integrais da Companhia para alinhar os serviços prestados por essas subsidiárias e concentrar todos os serviços de telecomunicações em uma única empresa. A reestruturação foi concluída em 1º de julho de 2013.

A reestruturação foi implantada por meio de um processo de divisão parcial e incorporação, envolvendo apenas as subsidiárias integrais da Companhia– A.TELECOM, TData, TST e Vivo. Em consequência da reestruturação, os serviços de valor agregado, fornecidos por várias subsidiárias integrais da Companhia foram unificados sob a Telefonica Data S.A., ou TData, e outros serviços de telecomunicações foram unificados sob a Telefônica Brasil, que, como uma última etapa da reestruturação societária, incorporou essas subsidiárias. Após a incorporação, a Telefonica Data S.A. passou a fornecer os serviços de valor agregado e a Telefônica Brasil passou a fornecer outros serviços de telecomunicações.

Esta reestruturação societária só pode ser implantada com o consentimento da ANATEL, que foi concedido em maio de 2013.

Em 11 de junho de 2013, o Conselho de Administração da Companhia aprovou os termos e condições desta reestruturação societária.

As incorporações das empresas e dos ativos cindidos foram realizadas sem a interrupção das operações e serviços de telecomunicações fornecidos aos clientes, os quais agora são fornecidos pela Telefônica, como sucessora.

Eventos Recentes

Aquisição da GVT

Em 18 de setembro de 2014, celebramos um contrato de compra e venda de ações com a Vivendi S.A. e determinadas subsidiárias, a GVT Participações S.A. (“GVTPart”), a Global Village Telecom S.A. (“GVT Operadora”) e a Telefónica S.A., de acordo com o qual concordarmos com a aquisição das ações de emissão da GVTPart, acionista controladora da GVT Operadora. A aquisição da GVT foi aprovada pelo nosso Conselho de Administração naquela mesma data.

Para a aquisição da GVT, acordamos em pagar uma parcela do preço em dinheiro e uma parcela por meio de ações ordinárias e preferenciais de nossa emissão, da seguinte forma: (1) €4.663.000.000,00 a ser pago em dinheiro, após os ajustes determinados nos termos do contrato de compra e venda de ações, na data de fechamento; e (2) ações ordinárias e preferenciais de nossa emissão representando 12% do nosso capital social total após o aumento de capital previsto no contrato de compra e venda de ações, o qual seria realizado por meio da Oferta Global, e a incorporação de ações da GVTPart, que deveria ser na mesma proporção das nossas ações ordinárias e preferenciais existentes. O montante total foi pago após a conclusão (A) desta Oferta Global, cujos recursos foram utilizados para efetuar o pagamento em dinheiro descrito no item (1) acima, e (B) a incorporação das ações de emissão da GVTPart pela Companhia.

Em 22 de dezembro de 2014, a ANATEL aprovou a aquisição da GVT e impôs certas obrigações, que incluem (1) a manutenção dos serviços e planos atuais oferecidos tanto pela GVT quanto pela Companhia por um certo período; (2) a manutenção dos contratos atualmente detidos pelos clientes da GVT por um certo período; (3) a manutenção do atual âmbito geográfico dos serviços fornecidos pela GVT e pela Companhia, exigindo, além disso, que a companhia sucessora expanda suas operações para pelo menos dez novos municípios dentro de três anos, com início em 26 de janeiro de 2015; e (4) a renúncia da licença STFC (Serviço de Telefonia Fixa Comutável) detida pela GVT em até 18 meses após as decisões da ANATEL, pois os regulamentos estabelecem que o mesmo grupo econômico não pode deter mais de uma licença STFC na mesma área geográfica.

Em 25 de março de 2015, o tribunal administrativo do CADE aprovou a transação com base em certos termos confidenciais oferecidos por nós e Vivendi S.A.. Estes termos incluem a execução de dois acordos de controle de concentrações: o primeiro entre CADE e nós e o segundo entre CADE e Vivendi S.A..

Em 25 de março, nosso Conselho de Administração aprovou a oferta pública de ações, incluindo ações em forma de ADSs, através da emissão de 121.711.240 ações ordinárias, e 236.803.588 ações preferenciais. Em 27 de abril de 2015, o Conselho de Administração aprovou o aumento de capital de R$15.812.000.038,80, bem como o preço por ação decorrente da oferta, sendo fixado em R$38,47 por ação ordinária e R$47,00 por ação preferencial. Em 30 de abril de 2015, o Conselho de administração aprovou o aumento de capital decorrente do exercício da opção de lote suplementar, com a emissão adicional de 6.282.660 ações preferenciais. Com isso, o aumento de capital totalizou R$16.107.285.058,80.

Em 28 de maio de 2015, nossos acionistas aprovaram a ratificação do Contrato de Compra e Venda e outras Avenças, firmado entre a Companhia, como compradora, e Vivendi S.A. e suas subsidiárias, Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS and Société d’Investissements et de Gestion 72 S.A., como vendedoras, que previa a aquisição de todas as ações emitidas pela GVTPart pela Companhia.

Dessa forma, de acordo com o Contrato de Compra e Venda, parte do preço de aquisição da GVT foi paga em dinheiro, em contraparte a ações da GVTPart e GVT Operadora, e parte em ações que representavam 12% de nosso capital social depois da aquisição, como resultado da aquisição do saldo remanescente de ações da GVTPart.

Em 24 de junho de 2015, foi concluída a operação de troca de ações entre a Telefónica e a Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS, companhia controlada pela Vivendi S.A.. Nesta operação, a FrHolding108 transferiu para a Telefónica 76.656.559 ações representando 4,5% do nosso capital social, incluindo 68.597.306 ações ordinárias, representando 12% das ações desta classe, e 8,059,253 ações preferenciais representando 0,72% das ações desta classe, em troca de 1.110.000.000 ações representativas de 8,2% das ações ordinárias da Telecom Italia, S.p.A., previamente pertencentes a Telco TE, S.p.A., subsidiária da Telefónica S.A..

Em 29 de julho de 2015, a Vivendi S.A. vendeu 67,9 milhões de ações preferenciais, representando 4% do nosso capital social. No mesmo dia, a Telefónica S.A. anunciou que firmou um contrato com a subsidiária da Vivendi, Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS, através do qual a Telefónica se comprometeu a entregar 46,0 milhões de suas ações em tesouraria, representando 0,95% de sua participação, em troca de 58,4 milhões de ações preferenciais da Telefônica Brasil S.A., (recebidas pela Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS, no contexto da aquisição da aquisição da GVTPart). Em 16 de setembro de 2015, a troca de ações foi concluída. Consequentemente, a participação da Telefónica S.A. na Companhia aumentou 5,2% em relação ao total de ações preferenciais da Companhia e 3,5% em relação ao total do capital social da Companhia. Consequentemente, a participação da Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS na Companhia reduziu na mesma proporção. Assim, a partir desta data, Société d’Investissements et de Gestion 108 SAS deixou de ter participação na Companhia.

Aquisição da Telefônica Transporte Logística Ltda. (TGLOG) pela Telefônica Data

Em 28 de outubro de 2015, a TData, como compradora, e Telefónica Gestión de Servicios Compartidos España S.A., como vendedora, firmaram contrato de compra e venda que resultou na aquisição da Telefônica Transporte e Logística Ltda., uma empresa sediada no Brasil que fornece serviços de logística.

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